




e nós também! =) E estávamos com tantas saudades do Mercado Negro.
O pior é quando é para voltar para casa, tem que ser literalmente arrastado...
(faltam 2 dias para as nossas férias!)


de mim.

Todos deitadinhos, o shaime, o cão, o pateta e o gusto! E debaixo da mantinha, como ele gosta tanto de dizer.
Agora é uma das brincadeiras de eleição ;)


Confesso que sou um bocadinho despassarada com isto dos dias de todas as coisas. Aliás, se não fosse a minha mãe seria bem provável que eu me esquecesse deles. Tenho dificuldade em lhes dar importância e alguns acho até bastante pirosos. Para já não falar, muito, no consumismo desmedido que gira à volta destes conceitos.
Não é que não goste de receber e de dar prendas, mas há coisas que para mim fazem bem mais sentido. Por exemplo, nunca liguei à Páscoa e à história das prendas aos padrinhos/afilhados mas, mesmo não sendo baptizada (e todas as outras coisas com isto relacionadas!) sempre achei piada a ter vários padrinhos emprestados e que, efectivamente, cumpriam essa função... alguns até hoje!
Já aos aniversários, tanto da família como dos amigos, não só ligo como faço questão de não me esquecer e comemorar. E continuo a adorar fazer anos.
O dia da mãe passou a ser também meu no dia 25 de setembro de 2008, quando soubemos que estávamos grávidos. Passou a ser, ainda, mais o ano passado, que foi o primeiro nosso, e este ano tive direito a flores e a uma prenda feita por ele! Este dia nunca esteve na categoria dos pirosos, é dos que gosto de me lembrar não só por, agora, ser meu também...