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Sexta-feira, 15 de Setembro de 2006

não sei bem o que dizer...

Ouvi dizer que numa feira de "artesanato" que houve há dias, feira da bela vista em Gaia, estava lá alguém a vender carteiras de fita iguais às minhas!
Ao ser confrontada por outra pessoa dizendo-lhe que já tinha visto aquelas carteiras em algum lado, a feirante respondeu "Não não, isto é uma ideia original!".

Já me tinham dito que, também, numa das últimas edições do "Mundo Mix" havia uma banca cheia de carteiras de fita...

Realmente o conceito de original é um pouco vago...


original
adjectivo 2 géneros
1. referente a origem;
2. primitivo;
3. que não é copiado nem reproduzido; único; autêntico;
4. que foi feito na origem;
5. novo; inédito;
6. que revela criatividade; que revela espírito de inovação;
7. fora do vulgar; excêntrico; singular;
8. que é peculiar a alguém;

substantivo masculino
1. obra do próprio punho do autor;
2. escrito primitivo do qual se tiram cópias;
3. modelo;
4. pessoa de que se faz o retrato;

(Do lat. originále-, «id.»)

(retirado do dicionário de língua portuguesa, porto editora)
sinto-me: copiada
categorias: ,
miriam às 17:59
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15 comentários:
De rosa a 15 de Setembro de 2006 às 18:32
:(
De Helena a 15 de Setembro de 2006 às 21:36
2. escrito primitivo do qual se tiram cópias;

Gostei desta parte da definição...

Eu penso que não tem muito a ver com o artesanato urbano mas com as pessoas. Na FARAV um sr que faz muliceiros de madeira resolveu fazê-los de forma diferente, modernizando um pouco a sua arte. E mostrou-a na FARAV o ano passado. Diz ele que este ano apareceram uma série de pessoas a copiar a sua originalidade. Acho que as pessoas têm medo de não singrarem por elas próprias e assim com a cópia acaba por ser um "sucesso" garantido, porque a grande maioria come a cópia e não se apercebe do original. Se não fosse assim os ciganos não vendiam resmas de camisolas e perfumes de contrafacção, certo?
De Helena a 15 de Setembro de 2006 às 21:37
correcção de um erro ortográfico imperdoável: moliceiro
De borboleta a 15 de Setembro de 2006 às 19:02
que coisa... :(
o artesanato moderno/urbano virou moda!
e o recente boom de feiras e afins, os pseudo-artesãos têm de ir buscar as ideias a algum lado. pena que não as encontrem nas suas próprias cabeças :/
estou contigo, menina crafty (à séria)
*
De Sonixa a 16 de Setembro de 2006 às 01:02
Não importa... nós sabemos a origem.
Enquanto cá estivermos haverá justiça.
Lembra-te se há alguém que reclama a originalidade de outros é porque lhes inveja a criatividade.

Encontrei esta frase, bem apropriada, de Goethe:
"O mais tolo dos todos os erros é quando uma boa cabeça jovem crê perder a sua originalidade ao dar-se conta de uma verdade que já fora descoberta por outros."

kiss e força ;)
De ositaka a 16 de Setembro de 2006 às 13:35
A verdade é que há sempre pessoas que, mais cedo ou mais tarde, têm ideias que outras pessoas já tiveram. Se calhar, no caso desse artista, poderia ter acontecido o mesmo, como podia ser perfeitamente uma cópia.

Digo isto, porque quer em nomes nicks , domínios ou nomes de projectos, já me aconteceu pensar num durante uma semana, chegar a uma conclusão e gostar do nome final. Mas quando chegava a parte de ver a sua existência, pufff ... ficava todo desanimado.

Neste caso é diferente; para além de se tratar de algo físico, poderá também ser plágio.

No caso do feirante ter tido a mesma ideia, (o que é possivel visto ter andado por aí umas bolsas que tinham uma estrutura semelhante, mas com fechos), poderá estar 'inocente'.

Não vindo a propósito, a verdade é que o Matrix é em parte plagio de um anime japonês, na qual nao me recordo o nome, onde o criar desse anime disse que não tinha mal nenhum ter as bases do seu projecto, desde que o Matrix desenvolva / crie novas ideias apartir do seu produto original. Eu penso assim também, mas pelos visto, não foi o que aconteceu com o tal 'artesão'.
De ositaka a 16 de Setembro de 2006 às 13:37
criador*
De Joana Miranda a 16 de Setembro de 2006 às 15:14
é a primeira vez que aqui entro e desde já parabéns pelas originais carteiras... deixa lá, acho que por muitas "falsificações" nenhuma consegue ter a essência do original e por muito usurpada que te sintas, tens aquilo que os outros não tiveram - CRIATIVIDADE - e por isso a tua fonte não esgota, já a deles...
De hippyxic a 16 de Setembro de 2006 às 19:25
pois é, como te compreendo :( por isso ontem me senti tal"capuchinho vermelho" com o "lobo mau" sempre á espreita, sempre a vigiar e a tentar copiar!!!!
beijo grande ***
De helena zália a 17 de Setembro de 2006 às 22:20
Aquilo que eu penso é que por muito que tentem copiar o que os outros
fazem, nunca vão conseguir igualar o original, pois as falsificações e
os plágios são desprovidos da alma que conduziu à criação da forma
"primeira".
Mas é tão triste ver cópias quase exactas de inúmeros
trabalhos criados por outros. É tão fácil "subir" à custa daqueles que
trabalham arduamente na procura de novos conceitos. É evidente que tudo
aquilo que fazemos ou criamos é fruto de inspirações e de experiências
anteriormente vivenciadas mas, que isso nos sirva de catapulta para
soluções distintas.
O mundo dos blogs abriu muitas portas e deu a
conhecer coisas que muitas vezes ficavam guardadas na "gaveta" mas ....
por favor ... :((
Força Miriam, nas tuas criações ..... e o segredo é ..... avançar sempre um passo em relação aos "copiadores". :)
De Elo a 18 de Setembro de 2006 às 05:37
Bolas que sai-te sempre a «sorte grande», já não é a primeira vez :/
Eu sei que é imensamente frustrante e fazes bem dizê-lo para que o pessoal tome consciência que anda por aí muito boa coisa que não é o que aparenta.
Mas vá, força aí!
De Claudia Borralho a 18 de Setembro de 2006 às 12:05
A originalidade é um conceito muito subjectivo, se calhar essas outras bolsas também são feitas com fitas mas têm um formato totalmente diferente, pode-se falar de cópia quando se usam os mesmos materiais? quando se copia uma forma? quando se copia uma utilização? o plágio só acontece quando absolutamente todos os aspectos são copiados. Eu estudei publicidade, todos os dias repetiamos o lema da diferença que faz a diferença, ser-se o primeiro.
Só somos originais quando somos os primeiros a fazer qualquer coisa e vistos como os primeiros. Imagina que eu fazia um determinado boneco há anos e anos só para os amigos e quando resolvia comercializá-los dava-me conta que outra pessoa tinha lançado algo "igual" há pouco tempo. Aquilo que o público conhece primeiro é que vai ser o original.
E até pode acontecer várias pessoas terem a mesma ideia ao mesmo tempo, no curso isto acontecia muitas vezes, e não é por as pessoas se andarem a copiar umas à outras. É uma questão do tempo em que vivemos, dos estímulos que recebemos (cada vez mais globais) e dos materiais à nossa disposição.
O importante é ter orgulho no trabalho que se faz.
Também já me deparei muitas vezes com a "cópia", coisas que encontro parecidas com as minhas e sinto-me copiada e até dar-me conta que se calhar até posso ter copiado qualquer coisa de outras pessoas. No primeiro caso sentimo-nos um pouco roubados e no segundo uma certa culpa, mas depois percebemos que afinal não copiamos e pode ser simplesmente uma "in"feliz coincidência.
De maria Rodrigues a 18 de Setembro de 2006 às 12:10
Olá Miriam,

a feira da Bela Vista realizou-se a 2 e 3 de Setembro. Eu gosto imenso de artesanato contemporâneo e para além de acompanhar estes trabalhos nos blogs, começo agora a conhecer as caras das pessoas que participam nas feiras.
Visitei a feira nestes 2 dias e não vi nenhuma carteira igual às tuas. Vi carteiras de tetrapak , vi carteiras de cartão, carteiras de feltro, carteiras de tecido e carteiras de fita cola, mas não vi carteiras de fita métrica.

Entendo o teu descontentamento em relação a um suposto plágio, mas não considero correcto afirmares algo que não viste.

Considero também que se se alguém usar uma fita métrica para fazer alguma coisa não significa que está a plagiar. Quem utiliza um tecido para fazer um saco, não está a plagiar quem faz sacos!

Já pensaste que nem toda a gente conhece o teu blog, ou o teu trabalho?

Há uns anos atrás vi um desfile de moda em que o tema era a fita métrica. Todas as roupas e acessórios de moda (cintos, colares, sapatos e carteiras ...) tinham aplicações de fita métrica.

Quando conheci o teu blog e o teu trabalho pensei:
- Será que esta menina viu aquele desfile de moda cujo tema era a fita métrica?

Mas acho que esta questão não é relevante. Importante é o trabalho que fazes e a capacidades que tens em inovar e ter ideias, criatividade.

Quem vier atrás a plagiar e a copiar nunca vai ter a capacidade e o brilho de quem cria.

Essa é a diferença!

Por isso não te percas a denunciar situações que não presenciaste e nem tens como provar.

Quem realmente tem valor não precisa de se evidenciar!
De Helena a 23 de Setembro de 2006 às 11:56
Curioso a tua mensagem Maria, porque quando li o post da Miriam pensei exactamente isso: engaraçado eu também vi a tal bolsa métrica, até peguei nela e até sorri. Era toda amarelinha e preta como o "meu" Beira-Mar.
Concordo que num mundo onde há biliões de pessoas é possivel que haja muita gente a ter as mesmas ideias (se bem que os mesmos olhares é mais dificil) no entanto sempre desconfiei que quando uma pessoa apresenta uma ideia e de repente 3 ou 4 iluminadas resolvem aparecer com as mesmas ideias alegando que também as tiveram só que não tinham oportunidade de as expôr fico sempre atrás. E eu movo-me numa área suspeita de arte: porque isto da reciclagem parece que está sempre tudo inventado.
Relativamente ao desfile... as fitas métricas da Miriam são mais antigas do que esse desfile... será que os estilistas viram o blog da Miriam?? Lá porque tu descobres um blog depois de veres as coisas na tv... não significa que... e pronto, achoq ue a cópia versus originalidade daria uma excelente tertúlia, quem sabe, um dia no mercado negro.

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